“Você faz o que faz porque almas precisam ser tocadas.”
Algumas pessoas podem pensar que isso é um amontoado de besteiras. Eu penso que isso é exatamente o que eu faço; ou pelo menos, essa é a minha meta diária.
“Você faz o que faz porque almas precisam ser tocadas.”
Algumas pessoas podem pensar que isso é um amontoado de besteiras. Eu penso que isso é exatamente o que eu faço; ou pelo menos, essa é a minha meta diária.
Para complementar o post anterior, uma compilação de links úteis para quem decidir seguir meu conselho e comprar seu domínio. Desde como usar seu endereço com o Gmail, até onde comprar seu domínio, e informações para Wordpress.com, Blogger, Tumblr, Posterous e muito mais.
Embora eu tenha falado em vários posts sobre os benefícios de ter um domínio próprio no seu blog, não tinha publicado um texto específico sobre isso, que reunisse os pontos mais importates em um só lugar.
Este texto veio para suprir essa lacuna; e espero com ele finalmente convencer você caro leitor, a comprar seu domínio próprio. Hoje mesmo! Afinal, seu blog merece! 😉
Ou “Como Evitar Fazer a Mesma M*rda que a Nospheratt”. 😛
Se você acompanha o Blosque, sabe que recentemente passei por uma série crise offline (ou, como eu chamo carinhosamente, um “shit storm”) que me manteve afastada dos blogs durante quase 2 meses.
Por isso, vamos ver como podemos armar uma “rede de segurança”, um plano de emergência que possa ser usado em momentos de crise. Isso pode parecer algo desnecessário, ou você pode pensar “qualquer hora cuido disso”. Eu também pensava assim – até que precisei de um plano B, e fiquei a ver navios. E o pior: deixei você a ver navios. Esse é um erro que não pretendo repetir jamais.
Vamos lá?
Já ouvi várias vezes que blogar é “como andar de bicicleta”. Sabe, aquela coisa que diz que você nunca esquece como fazer, depois que aprende?
Neste exato momento, tenho lá minha dúvidas quanto a isso. Talvez porque eu não sei andar de bicicleta (sério, nunca aprendi), ou talvez minha bicicleta metafórica enferrujou por falta de uso, mas o fato é que estou olhando esta tela em branco faz uma hora e meia, e estas são as primeiras linhas que consegui escrever.
A tormenta ainda não acabou; a coisa está melhorando, devagaaaaaaaaaar.
Agradeço do fundo do coração o apoio e o carinho de vocês – que chegou e continua chegando por email, comentários, Twitter. Não tenho nem palavras pra explicar o quanto isso é importante pra mim, e o quando estou agradecida. 🙂
Ainda não estou em condições de voltar. Mas eu não consigo ficar longe de você, leitor; não consigo manter a boca fechada. E como eu não quero aporrinhar a sua paciência, abri um espaço onde eu posso falar de bobagens, onde despejar meus pensamentos e compartilhar o que acontece comigo.
Um “desabafório”, como eu chamo.
Eu não gosto de falar publicamente de certas coisas, mas queria explicar porque estou sumida.
Não vou dar detalhes nem me estender muito, então vamos lá.
Encontrei hoje dois posts que se complementam muito bem: um fala de definir rumos e não abandonar o barco, e o outro lembra que não devemos esquecer do nosso “Eu Futuro”.
Este é o post de nº 400 deste blog.
E embora eu não tenha mencionado nada, o Blosque cumpriu 4 anos dia 22 de Junho de 2010.
Quatro anos, e parece que foi ontem que eu cheguei aqui. Ao mesmo tempo, parece que séculos se passaram. 4 anos, 400 textos; e ainda muitas histórias para contar, muita alma para criar, inúmeras experiências para compartilhar.
Conforme prometi no post “Um Desafio Divertido – 7 Links”, aqui estão meus 7 links. Foi uma viagem bacana, e espero que você também se divirta. 🙂
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